
Hoje,Rebeca, Rayssa e outros tantos atletas orgulham o país
Pedro do Coutto
O título, creio, reflete bem o sentimento que tomou conta de grande parte da população brasileira torcendo para o êxito de Rebeca Andrade, da mesma forma que para Rayssa Leal, de 13 anos de idade, a mais jovem medalhista brasileira em Tóquio. Hoje, às 5h da manhã, voltaremos ao gramado, com o futebol, enfrentando o México. Assistirei mais essa etapa de história de bola. Vamos em frente, fazer corrente positiva.
A opinião pública, muitas vezes, se identifica com o país através do esporte, como o fez com Rebeca que empolgou o país e fez reviver o sentido de nação. Esse sentimento estava adormecido, pois para torná-lo vivo é necessário que tenhamos orgulho de ter nascido no país que admiramos. Não tendo o governo fornecido argumentos para que a emoção se refletisse no desenvolvimento econômico e social, a sociedade brasileira encontra no esporte o seu meio mais do que legítimo de afirmação.
ORGULHO – E hoje temos o orgulho de Rebeca Andrade e de Rayssa Leal, entre outros tantos atletas que disputam as várias modalidades olímpicas, muitas vezes sob condições difíceis, desgastantes e sem o apoio devido. Torçamos pela vitória em mais uma etapa, agora no futebol.
Torcemos pela vitória no solo de Rebeca. Ela não veio, mas isso não apaga em nada o seu êxito extraordinário, e com um detalhe: a grande maioria dos espectadores estava esperando Simone Biles e acabou por se encantar com a nossa atleta brasileira. Para nós foi um reencontro nosso conosco mesmo.
CPI – Hoje, a CPI da Pandemia retorna às suas atividades. Teremos a sequência de fatos políticos que já desabonaram de forma profunda e chocante o governo Bolsonaro. Não creio que ele tenha recuperação eleitoral. Ficará restrito a uma percentagem de eleitorado que oscila em 20%. É a percentagem da extrema-direita. Os exemplos se repetem.
A posição de extrema-direita desapareceu como força política dominante, sobretudo porque não tem mensagem para oferecer à população. Só oferece as promessas de punição e o repetido negacionismo.
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