Nascida no Caribe e radicada nos EUA, a cantora Rihanna, 24 anos, se firma no primeiro time do pop com o álbum Unapologetic. Artista que mais vende singles digitais no mercado americano, Rihanna cultiva imagem politicamente incorreta
Foto:Divulgação
Hagamenon Brito
A fantástica fábrica da indústria musical americana sabe que o sucesso do negócio depende da sua capacidade de lançar, com profissionalismo, novos produtos no mercado o tempo todo, renovando-o na velocidade que uma cultura pop forte exige. Os talentosos e com carreiras bem dirigidas - não necessariamente nesta ordem - sobreviverão e poderão brilhar por mais tempo. É a lei da selva.
Nascida em Saint Michael, em Barbados, uma ex-colônia inglesa e pequeno paraíso turístico e fiscal do Caribe, Robyn Rihanna Fenty mudou-se para os Estados Unidos em 2005. No mesmo ano, Jay-Z (o rapper mais rico do mundo e marido de Beyoncé) a contratou para a sua gravadora, a DefJam, e ela emplacou o single Pon de Replay, do seu primeiro álbum, Music of The Sun (2005).
Topo do mundo
Em 2007, com o terceiro álbum, Good Girl Gone Bad, Rihanna virou um fenômeno pop ao transformar o single Umbrella - um híbrido contagiante de R&B e hip hop - num megahit planetário.
Dona de uma incrível capacidade de trabalho e lançando um álbum por ano, Rihanna foi, como não quer nada, mas quer tudo, consolidando-se no primeiro time de estrelas do pop atual. Unapologetic (DefJam/Universal), o novo álbum, não deixa dúvida sobre a consistência do R&B da morena de 24 anos, que também ousa em letras e nos videoclipes sensuais e com imagens fortes.
Com uma estética que tem um pouco da iconografia de Madonna e do critério de Beyoncé, mas sem parecer demais com nenhuma dessas - e outras - estrelas, Rihanna conseguiu de uma vez por todas se posicionar na dianteira do pop.
A artista, que não compõe, mas sabe cercar-se de grandes e antenados produtores musicais, define com Unapologetic - e seu poderoso single Diamonds - qual é o centro do pop adolescente atual: um lugar entre as batidas do novo R&B e o dubstep para aumentar a temperatura nas pistas de dança.
Saber ler o contexto é uma virtude e, exceto pelo sombrio Rated R (2009), que exorcizou a fase do tumultuado namoro com Chris Brown, Rihanna faz música hedonista para corpos insaciáveis, com uma ou outra balada porque ninguém é de ferro (como a bela Stay, no novo trabalho).
A imensa empatia entre a pop star e o público adolescente é provada pelos números. Ela fechou a temporada 2012 como a artista campeã de venda de singles em formato digital nos EUA, com 58 milhões de downloads, além de emplacar Diamonds no topo da lista Hot 100 da revista Billboard.
Foi o seu 12º single no primeiro lugar da lista Hot 100, igualando a marca de Madonna e ficando atrás apenas de Michael Jackson (1958-2009), líder com 13 sucessos. Além disso, Rihanna é a número 1 de seguidores no Facebook na categoria ‘artistas’, com mais de 64 milhões de seguidores - no Twitter, são 24 milhões de admiradores.
Chris Brown
Uma das personalidades mais poderosas do mundo na opinião da revista Time, Rihanna está longe de ser uma artista politicamente correta e transforma os seus excessos em marca musical e midiática.

Em 2009, por exemplo, ela apanhou feio do cantor de R&B Chris Brown, seu namorado na época. O garotão Chris Brown - que quase veio para o Festival de Verão Salvador 2013 - foi punido pela Justiça e rappers amigos de Rihanna o ameaçaram.
Nos últimos meses, porém, os dois reataram o caso e agora fazem dueto em Nobody's Business, uma das grandes canções de Unapologetic, que tem participação especial também de Eminem (Numb), Future (Love Song), Mikky Ekko (Stay) e do DJ francês David Guetta (Right Now). Rihanna tem a força pop, pois não.( Ibahia )
A fantástica fábrica da indústria musical americana sabe que o sucesso do negócio depende da sua capacidade de lançar, com profissionalismo, novos produtos no mercado o tempo todo, renovando-o na velocidade que uma cultura pop forte exige. Os talentosos e com carreiras bem dirigidas - não necessariamente nesta ordem - sobreviverão e poderão brilhar por mais tempo. É a lei da selva.
Nascida em Saint Michael, em Barbados, uma ex-colônia inglesa e pequeno paraíso turístico e fiscal do Caribe, Robyn Rihanna Fenty mudou-se para os Estados Unidos em 2005. No mesmo ano, Jay-Z (o rapper mais rico do mundo e marido de Beyoncé) a contratou para a sua gravadora, a DefJam, e ela emplacou o single Pon de Replay, do seu primeiro álbum, Music of The Sun (2005).
Topo do mundo
Em 2007, com o terceiro álbum, Good Girl Gone Bad, Rihanna virou um fenômeno pop ao transformar o single Umbrella - um híbrido contagiante de R&B e hip hop - num megahit planetário.
Dona de uma incrível capacidade de trabalho e lançando um álbum por ano, Rihanna foi, como não quer nada, mas quer tudo, consolidando-se no primeiro time de estrelas do pop atual. Unapologetic (DefJam/Universal), o novo álbum, não deixa dúvida sobre a consistência do R&B da morena de 24 anos, que também ousa em letras e nos videoclipes sensuais e com imagens fortes.
Com uma estética que tem um pouco da iconografia de Madonna e do critério de Beyoncé, mas sem parecer demais com nenhuma dessas - e outras - estrelas, Rihanna conseguiu de uma vez por todas se posicionar na dianteira do pop.
A artista, que não compõe, mas sabe cercar-se de grandes e antenados produtores musicais, define com Unapologetic - e seu poderoso single Diamonds - qual é o centro do pop adolescente atual: um lugar entre as batidas do novo R&B e o dubstep para aumentar a temperatura nas pistas de dança.
Saber ler o contexto é uma virtude e, exceto pelo sombrio Rated R (2009), que exorcizou a fase do tumultuado namoro com Chris Brown, Rihanna faz música hedonista para corpos insaciáveis, com uma ou outra balada porque ninguém é de ferro (como a bela Stay, no novo trabalho).
A imensa empatia entre a pop star e o público adolescente é provada pelos números. Ela fechou a temporada 2012 como a artista campeã de venda de singles em formato digital nos EUA, com 58 milhões de downloads, além de emplacar Diamonds no topo da lista Hot 100 da revista Billboard.
Foi o seu 12º single no primeiro lugar da lista Hot 100, igualando a marca de Madonna e ficando atrás apenas de Michael Jackson (1958-2009), líder com 13 sucessos. Além disso, Rihanna é a número 1 de seguidores no Facebook na categoria ‘artistas’, com mais de 64 milhões de seguidores - no Twitter, são 24 milhões de admiradores.
Chris Brown
Uma das personalidades mais poderosas do mundo na opinião da revista Time, Rihanna está longe de ser uma artista politicamente correta e transforma os seus excessos em marca musical e midiática.

Em 2009, por exemplo, ela apanhou feio do cantor de R&B Chris Brown, seu namorado na época. O garotão Chris Brown - que quase veio para o Festival de Verão Salvador 2013 - foi punido pela Justiça e rappers amigos de Rihanna o ameaçaram.
Nos últimos meses, porém, os dois reataram o caso e agora fazem dueto em Nobody's Business, uma das grandes canções de Unapologetic, que tem participação especial também de Eminem (Numb), Future (Love Song), Mikky Ekko (Stay) e do DJ francês David Guetta (Right Now). Rihanna tem a força pop, pois não.( Ibahia )
Nenhum comentário:
Postar um comentário