Os mesmos ex-servidores são réus em ação penal por gestão fraudulenta.
TCU identificou rombo de R$ 1,2 bilhão em empréstimos não pagos.
No inquérito civil público, o MPF apura se as condutas dos ex-dirigentes configuram atos de improbidade administrativa, que podem resultar na perda da função pública dos acusados e ressarcimento dos danos patrimoniais ocasionados ao banco. As sanções podem ser aplicadas também a clientes inadimplentes da instituição financeira, que contribuíram com o desfalque.
Ex-presidente
Um dos citados no caso, o ex-presidente Roberto Smith (gestor entre 2003 e 2010) reafirmou nesta terça-feira (28) que somente vai se pronunciar sobre as denúncias na Justiça, mas disse estar preocupado com o danos à imagem do banco. "Não faço referências a questões judiciais. Respondo elas perante a Justiça, mesmo porque são questões muito complexas e a gente não pode fazer um jogo de cena em relação a isso. O que realmente me perturba, me deixa mal, é que isso joga com a imagem do Banco do Nordeste, que é uma entidade que eu aprendi a gostar, a amar, a respeitar e entender o seu papel no desenvolvimento e que ela precisa estar muito bem trabalhada no sentido de que essa imagem não seja ofendida'', disse
Nenhum comentário:
Postar um comentário