(Foto: 31º BPM/Divulgação)
Um
ataque de piratas no rio Panacuera, região das Ilhas do município de
Abaetetuba na região do Baixo Tocantins deixou um saldo de uma vítima
gravemente ferida e na sequência a pronta intervenção da Polícia Militar
prendeu dois dos acusados do crime.
Zadir de Souza Quaresma e Márcio Junior
Barreto Rodrigues foram apresentados na Delegacia de Polícia Civil de
Abaetetuba pela equipe do sargento Negrão do delegado Vitor Marcelino
Borges Costa informando que recebeu via rádio do CPR-IX a informação de
que elementos teriam assaltado uma residência no rio Panacuera e estavam
em fuga.
A informação dava conta que um homem fora
alvejado na cabeça e que os “piratas” estavam se deslocando à cidade de
Abaetetuba na embarcação “Bom Jesus” e através da lancha da Polícia
Militar os policiais saíram em direção ao local encontrando a embarcação
às proximidades do rio Quianduba.
Pelas informações repassadas com as
características dos criminosos os policiais fizeram a abordagem sendo
encontrado com Zadir de Souza Quaresma e Márcio Junior Barreto Rodrigues
um revólver calibre 38 e outra arma de fabricação caseira.
Ouvido em depoimento Zadir de Sousa Quaresma
de 19 anos disse que esteve no rio Panacuera onde jogou uma partida de
futebol e não sabia o que tinha acontecido no local e que apenas teria
dado uma carona na embarcação para o acusado e um menor que estava com
um profundo golpe na mão.
Márcio Júnior Barreto Rodrigues de 18 anos
conhecido como “Marcinho” negou dizendo que não esteve nem os amigos na
comunidade de Nossa Senhora do Bom Remédio, localizada no rio Panacuera
onde aconteceu o assalto a casa do ribeirinho.
Embora negando a participação os dois foram
autuados pelo assalto na comunidade do Bom Remédio sem contar que
estavam de posse de armas de fogo o que contraria o Estatuto do
Desarmamento.
A vítima foi encaminhada em estado grave
primeiro para o Hospital Municipal de Abaetetuba e devido o agravamento
do estado de saúde transferido para o Hospital Metropolitano em Belém
onde passou por cirurgia e deve assim que ter alto ser ouvido em
depoimento.
(Diário do Pará)
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