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Bolsonaro promoveu aglomerações e despesas para a população
Lauro Jardim
O Globo
Jair Bolsonaro tirou férias entre os dias 18 de dezembro e 5 de janeiro e passeou fazendo campanha pelas regiões litorâneas de São Paulo e Santa Catarina. É seu direito viajar— exceto, claro, pelo fato de não ter nunca usado máscara. O deputado Elias Vaz quis saber o custo dessa viagem e fez dois requerimentos de informações endereçados ao GSI e à Secretaria-Geral da Presidência da República.
Juntas, as pastas responderam que os gastos foram de R$ 2,357 milhões. Ou R$ 124 mil por dia. Segundo a Secretaria-Geral, o descanso do presidente custou à pasta R$ 1,196 milhão, levando-se em consideração os gastos com hospedagens, alimentação, despesas aeroportuárias e combustível de veículos terrestres.
DIÁRIAS – Já o GSI, responsável pela segurança de Bolsonaro, informou que gastou R$ 202,5 mil com diárias de seus agentes. E que foram usados US$ 185 mil (R$ 958 mil, levando-se em consideração o dólar médio da época) com uso de aeronaves, incluindo-se aí, combustível e manutenção.
No requerimento, a pasta fez constar que esses gastos estão previstos no Orçamento Anual da Aeronáutica. Elias Vaz, ao analisar os gastos, lembrou que dezembro foi o último mês em que foi paga a parcela de R$ 300 do auxílio emergencial. E que com o valor gasto seria possível pagar o auxílio para mais de 7.850 famílias.
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