sábado, 27 de abril de 2013

Moradores reclamam de lixo acumulado próximo à ponte Estaiada

É muito lixo jogado próximo as casas que exala mau cheiro e atrai mosquitos. Moradores cobram recolhimento



Os moradores das ruas Ri-bamar Pacheco e rua Industrial José Camilo da Silveira, localizadas do lado da Ponte Es-taiada, zona Leste de Teresina, vivem em meio a um verdadeiro lixão. O local, que fica a poucos metros da avenida Raul Lopes, foi limpo para abertura do prolongamento da rua Industrial José Camilo da Silveira, no começo do ano. No entanto, carroceiros, restaurantes, condomínios e floriculturas estão usando o espaço para jogarem lixo e até animais mortos. 
"A gente vive tendo que aguentar o mau cheiro. Os carroceiros jogam lixo aí quase todo dia. Além deles, os restaurantes estão jogando restos de comida. As floriculturas jogam restos de plantas e até os condomínios contratam caminhões para jogarem o lixo deles aqui. Até dois meses antes do Corso estava tudo limpo, mas depois, começaram a usar o terreno como lixão. O carro do lixo passa por aqui, mas só até onde tem calçamento", conta Humberto Sousa. 
A situação mais crítica é na casa da senhora Maria Alves Silva. No seu quintal existe uma lagoa que está sendo "empurrada" para dentro de casa devido ao acúmulo de lixo na entrada da rua José Camilo da Silveira. Na casa de dona Maria Alves moram também crianças que estão correndo risco de contaminação por picada de mosquitos, pois a água  da lagoa já está quase dentro da cozinha da casa. 
"Aqui também tem muita cobra. O mau cheiro é horrível, sempre aparece bicho morto e resto de comida podre. É um perigo deixar as crianças lá fora. O lixo que as pessoas jogam no começo da rua impede a passagem da água para o córrego e por isso água é empurrada para dentro de casa. Essa situação é um absurdo. A prefeitura deveria mandar colocar uma manilha para que água escorresse com mais facilidade, já que não resolve o problema da quantidade de lixo. Até as pessoas que moram nos locais onde passa o caminhão do lixo jogam suas sacolas aí". Maria Alves mora há 25 anos no local e diz que nunca tinha acontecido da água da lagoa invadir a casa dela. 
( Diário do Povo )

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